CORDEL PARAÍBA


Publicamos neste espaço/Do poeta renomado/Ao escritor não famoso,

Do doutor ao não letrado./Verso seja rico ou pobre,/Aqui todo mundo é nobre/E seu respeito é sagrado.

Cordelista iniciante/Não fique desanimado/Caso tenha seu poema/Por algum deus desdenhado./Todo e qualquer aprendiz/Tem o direito motriz/De compor verso quebrado.

Bem-vindos, peguem carona/Na cadência do cordel,/Cujo dono conhecemos:/Não é nenhum coronel./O cordel pertence ao povo

/Do velho a sair no novo/Saboreiam deste mel.
(Manoel Belizario)

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Alunos de escola municipal produzem livro com poesias e literatura de cordel ( MANAUS- AM)

   
Vinte sete alunos do 9º, do turno matutino, da Escola Municipal Antônio Matias Fernandes, Comunidade da União, bairro Flores, zona Centro-Oeste, produziram o livro intitulado “Literatura de Cordel e Poesias”. A obra é composta por 20 produções literárias, sendo 15 cordéis e cinco poesias.
O livro foi produzido durante o 3º bimestre de 2016, entre os meses de julho a setembro, durante as aulas da disciplina de língua portuguesa, realizadas pela professora Adriane Costa.
A produção literária retrata a vida cotidiana, o olhar de mundo, a realidade, vivencia e laços conquistados pelos alunos no ambiente escolar, além de histórias que falam de amor e da vida pessoal dos estudantes.
Segundo o gestor da escola, Rodrigo Froes, a ideia surgiu com Sarau de Literatura Amazonense, realizado na escola, no último mês de agosto. O Gestor ressaltou que o livro tem a finalidade de mostrar aos estudantes que eles podem ser construtores das suas próprias histórias.
“A ideia do livro é mostrar que os alunos podem produzir um material literário rico, mostrando o seu cotidiano. A ideia também é pensar na língua portuguesa de forma viva e prática”, explicou.
Umas das escritoras mirins é a aluna Jully Simukaua. Segundo a estudante, ela já gostava de ler poesias e cordéis, mas foi primeira que escreveu obras dos gêneros literários, que envolvem rimas e historias em forma de relatos orais.
“Eu sempre gostei de poesias, de ler, mas eu nunca tinha experimentado escrever um cordel ou fazer uma poesia. Para mim foi uma experiência boa, uma experiência interessante, me senti como uma escritora de verdade”, descreveu.
Texto: Emerson Felipe
Fotos: Divulgação / Semed
FONTE: http://politicaaplicada.com.br/


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