CORDEL PARAÍBA


Publicamos neste espaço/Do poeta renomado/Ao escritor não famoso,

Do doutor ao não letrado./Verso seja rico ou pobre,/Aqui todo mundo é nobre/E seu respeito é sagrado.

Cordelista iniciante/Não fique desanimado/Caso tenha seu poema/Por algum deus desdenhado./Todo e qualquer aprendiz/Tem o direito motriz/De compor verso quebrado.

Bem-vindos, peguem carona/Na cadência do cordel,/Cujo dono conhecemos:/Não é nenhum coronel./O cordel pertence ao povo

/Do velho a sair no novo/Saboreiam deste mel.
(Manoel Belizario)

terça-feira, 20 de outubro de 2015

EDUARDO CUNHA E A ILUSÃO VOLUNTÁRIA (PARTE II)

Por Manoel Belizario

Cunha vinha se elevando
Numa postura voraz
Como um ser honesto, probo,
Mas deixou o rabo atrás
Quando foi a CPI
Sordidamente mentir

No caso da Petrobrás.


(Link)

Negou ter alguma conta
Em paraíso fiscal,
Porém nesse requisito
O bacana se deu mal.
A declaração postiça
Desenterrou na Suiça
Os feitos do marginal.

Enviaram da Suiça
Completa comprovação:
Documentos assinados
Pelo “Senhor da Nação”;
Cópias do passaporte
Passadas como suporte
Das contas do “cidadão”.


(Link)

Disse o Sensacionalista
(Site isento de verdade)
Que Eduardo chorou
Quando viu a novidade.
Pôs logo num gêmeo irmão
Responsabilização
Por tamanha falsidade.


(Link)

Mentira tem perna Curta,
Cunha conhece o ditado.
Depois dessa descoberta
Das contas do desgraçado
Seu feitiço traiçoeiro
Virou contra o feiticeiro.
Eu acho é pouco, safado!

Depois disso cada dia
Nova denúncia aparece.
Eduardo, pelo jeito,
Pra te salvar não tem prece,
Pois até mesmo Jesus
Usaste como capuz,
Porém teu rabo aparece.

Pois é, Eduardo Cunha
Com o status de “crente”
Comprou uma frota de carros
De luxo, evidentemente:
Pôs em nome de “Jesus”-
Uma empresa que conduz.
Pense num homem decente!


(Link)

(CONTINUA)



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